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Confira 6 dicas para definir os pontos de iluminação residencial

A iluminação é um fator importante no projeto arquitetônico. Muitas pessoas não dão atenção a esse aspecto, mas o projeto luminotécnico é fundamental para o bem-estar, o conforto e a beleza da casa. Por essa razão, os pontos de iluminação residencial devem ser bem pensados e executados.

O mercado está cheio de opções em lâmpadas, spots e luminárias. Os tipos de lâmpadas residenciais são, basicamente, quatro: incandescente, halógena, fluorescente e de LED. Cada uma possui características positivas e negativas, mas as lâmpadas de LED vêm ganhando força nos últimos tempos, por serem mais econômicas e terem vida útil mais longa.

A lâmpada de LED não utiliza materiais tóxicos em sua composição e pode ser reciclada. Além disso, economiza pelo menos 80% de energia. Ela é recomendada para uso em toda a casa, tanto interna quanto externamente.

As lâmpadas mais comuns, as incandescentes, pouco a pouco estão saindo de linha. Possuem custo mais baixo, porém, além de serem menos econômicas, pois consomem mais energia, são menos duráveis.

As lâmpadas fluorescentes são mais econômicas que as incandescentes, mas utilizam mercúrio em sua composição e, se não forem descartadas corretamente, podem prejudicar o meio ambiente, contaminando a água e o solo.

Já as halógenas são muito parecidas com as incandescentes em sua estrutura, mas podem ser menores e consomem menos energia. Entretanto, são perigosas devido à emissão de radiação ultravioleta e podem esquentar demais, não sendo recomendadas para leitura, por exemplo.

Agora que você já sabe a diferença entre as lâmpadas existentes no mercado, veja como definir os pontos de iluminação residencial em cada ambiente para despertar sensações e iluminar corretamente.

pontos de iluminação residencial1. Sala de estar: iluminação versátil

Como a sala de estar costuma reunir toda a família e não se restringe a apenas uma atividade, a sua iluminação deve ser versátil. Portanto, o ideal é descentralizar os pontos e setorizar a sala, com arandelas de parede e abajures para criar luzes laterais e indiretas.

Spots embutidos no forro também são bastante utilizados nesse ambiente. Obras de arte e objetos com design diferenciado podem ser destacados com luminárias com foco direto.

Outra boa ideia é usar um dimmer para controlar a intensidade da luz, aumentando e diminuindo conforme a necessidade. Um cuidado que se deve ter é ao colocar pontos de luz acima do sofá, de poltronas ou pufes, pois pode incomodar quem estiver sentado.

2. Sala de jantar: luz no centro da mesa

Na sala de jantar, o mais importante é iluminar a mesa. Por isso, um lustre que fique bem ao centro dela é o mais indicado. Muito cuidado, porém, com a altura da luminária, pois o foco luminoso deve ficar acima da mesa e não da cabeça de quem estiver sentado. A altura ideal fica entre 75 e 90 cm da mesa.

Você também pode criar cenas, como dois focos de luz em cima da mesa e o restante da casa na penumbra, para um jantar a dois. Ou arandelas com luz indireta para uma refeição aconchegante.

3. Quarto: iluminação suave

O quarto é o local de descanso, por isso não deve ter luz muito forte e, principalmente, branca, que desperta o corpo e tira o sono. Prefira os tons de amarelo, que conferem aconchego, e utilize uma luminária pendente no centro do quarto, acima da cama, para criar o clima.

Uma luz uniforme e central dá conta do recado para as tarefas rotineiras, como trocar de roupas, arrumar a cama etc. Mas, como muita gente gosta de ler no quarto, antes de dormir, tenha abajures ou luminárias com hastes reguláveis nas laterais da cama para um melhor direcionamento.

4. Cozinha: luz intensa

Ao contrário do quarto, a cozinha exige uma luz intensa e branca, para que as pessoas possam enxergar os alimentos com precisão e manusear corretamente os utensílios. É uma questão de segurança.

Por isso, aqui você pode utilizar as luzes fluorescentes, que são intensas, ou plafons e spots distribuídos pelo teto. Uma boa dica, também, é iluminar as bancadas com fitas de LED embaixo dos armários suspensos, respeitando a distância de 90 cm a 1 metro entre a luz e a bancada. O mesmo truque pode ser usado nas prateleiras internas dos armários.

5. Banheiro: luz natural

No banheiro, quanto mais próxima a luz estiver da natural, melhor, pois é neste espaço que as pessoas costumam fazer a barba, se maquiar, arrumar o cabelo, passar cremes etc. Assim, é preciso ter uma noção exata do que está sendo refletido no espelho, evitando ao máximo criar sombras.

É também nesse local que costumam ocorrer os maiores erros de iluminação. O ideal é usar uma luz difusa próxima ao espelho, pois as luzes que vêm do alto podem causar sombras. Você pode usar arandelas com tampo em acrílico para diminuir o ofuscamento. Na área do boxe, luzes blindadas, que fiquem protegidas da água, são as mais indicadas.

6. Escritório: foco em alguns pontos

No escritório, é preciso colocar o foco em alguns pontos específicos, como na estante de livros e na mesa de trabalho. Porém, tenha muito cuidado com o ofuscamento, pois lâmpadas refletoras podem agir sobre a tela do computador e deixar o trabalho cansativo.

Nesse ambiente, a melhor opção são as lâmpadas de LED, que fornecem uma luz homogênea e não esquentam. Evite posicioná-las atrás da mesa de trabalho, para não criar um brilho irritante aos olhos.

Em corredores, hall e pontos de passagem da casa, os balizadores são uma boa ideia, pois marcam e iluminam o caminho. Se possível, utilize sensores de presença nesses locais e na área externa, que acendem sempre que alguém entra no recinto e se apagam automaticamente após a saída da pessoa.

Esperamos que você tenha gostado das nossas dicas e possa aproveitá-las na sua casa. Lembre-se de que, mais do que fornecer luminosidade, os pontos de iluminação residencial devem ser funcionais e esteticamente bonitos. Então, não descuide da aparência e escolha luminárias que combinem com a decoração.

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